sexta-feira, 11 de maio de 2012

Lição de vida para as famílias

Primeira: escute com atenção antes de falar; tente entender o que a pessoa realmente está dizendo, que pode ser muito diferente do que você acha que ela quer dizer.
Segunda: gentileza e boas maneiras são essenciais para construir um bom convívio familiar.
Terceira: aumente as opções de atividades prazerosas com seus familiares: conversar, brincar e jogar, ver bons filmes, passear.
Quarta: demonstre seu interesse em saber o que seus familiares estão fazendo, experimentando ou descobrindo na vida.
Quinta: para enviar mensagens fortes e eficazes para seus familiares, procure ter coerência entre palavras, gestos e atitudes.
Sexta: se você diz ‘não’ com muita freqüência, aprenda a dizer ‘sim’ com carinho. Se você diz ‘sim’ demais, aprenda a dizer ‘não’ sem culpa.
Sétima: tente criar, junto com seus familiares, maneiras eficazes de simplificar a vida para torná-la mais pacífica e prazerosa.
Oitava: aprender a tolerar frustrações é essencial para desenvolver paciência, compaixão e compreensão.
Nona: cada membro da família precisa descobrir meios eficazes e saudáveis de descarregar as tensões inevitáveis do dia-a-dia sem maltratar os outros.
Décima: os laços de sangue não garantem automaticamente a existência do amor, que precisa ser constantemente criado e bem cuidado ao longo da vida.



quinta-feira, 10 de maio de 2012

FILHO PREFERIDO


Certa vez perguntaram a uma Mãe qual era seu filho preferido, aquele que ela amava mais.
Ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:
“Nada é mais volúvel que um coração de mãe. E, como mãe, respondo-lhe:
O filho preferido, aquele a quem me dedico de corpo e alma…
É o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que está estudando até que aprenda.
O que está nu, até que vista.
O que não trabalha até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que crie.
O que prometeu, até que cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que se cale.
E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
O que já me deixou, até que o reencontre”.



terça-feira, 8 de maio de 2012

Deus está esperando!







Você acaba de ganhar mais um dia de presente para viver.
Por isso, comemore este novo dia.
Agradeça a Deus por ele.
Afinal, você também é um milagre criado a natureza de Deus.
Enquanto você ainda está no silêncio, na intimidade da sua manhã, entregue sua vida para Deus e peça que Ele que cuide de seu dia.
Esperamos demais para fazer o que precisa ser feito, num mundo que só nos dá um dia de cada vez, sem nenhuma garantia do amanhã.
Enquanto lamentamos que a vida é curta, agimos como se tivéssemos à nossa disposição um estoque inesgotável de tempo.
Esperamos demais para dizer as palavras de perdão que devem ser ditas, para pôr de lado os rancores que devem ser expulsos, para expressar gratidão, para dar ânimo, para oferecer consolo.
Esperamos demais para ser generosos, deixando que a demora diminua a alegria de dar espontaneamente.
Esperamos demais para ser pais dos nossos filhos pequenos, esquecendo quão curto é o tempo em que eles são pequenos, quão depressa a vida os faz crescer e ir embora.
Esperamos demais para dar carinho aos nossos pais, irmãos e amigos.
Quem sabe quão logo será tarde demais??
Esperamos demais para pedir a Deus a confiança necessária para atravessarmos os obstáculos e executarmos as tarefas que nos esperam.
Deus também está esperando – esperando você todos os dias confiar que Ele está no comando de sua vida, não esquecê-Lo jamais.
Agradeça.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Mãe desnecessária

A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e ela sempre me soou estranha. Até agora. Agora que minha filha adolescente, aos quase 18 anos, começa a dar vôos-solo. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria embaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isso. Ser ‘desnecessária’ é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para
traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e
cometer os próprios erros também.
A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho. Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida.
Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis.
Pai e mãe – solidários – criam filhos para serem livres. Esse
é o maior desafio e a principal missão. Ao aprendermos a ser ‘desnecessários’, nos transformamos em porto seguro para quando eles
decidirem atracar.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Homem ou Macaco?

Três macacos sentados num coqueiro discutindo sobre coisas de que ouviram dizer…
Disse um deles para os outros dois:
” Há um rumor de que pode ser verdade que os seres humanos descendem da nossa nobre raça.
Bem, essa idéia; é horrivel!
Nenhum macaco jamais desprotegeu sua fêmea ou deixou seus bebês famintos ou arruinou a vida deles.
E nunca ouviu-se dizer que alguma mãe macaca tivesse dado seus filhos para outra ou que alguma delas tivesse passado os filhos de uma para outra mãe, até que eles ignorassem de quem realmente eram filhos.
Há também uma outra coisa que nunca foi vista: Macacos cercando um coqueiro e deixando os côcos apodrecerem, proibindo outros macacos de alimentar-se, já que se a árvore fosse cercada a fome faria outros macacos nos roubarem.
Há ainda uma outra coisa que macacos jamais fizeram: Sair à noite para roubar, usando arma de fogo, porretes ou facas para tirar a vida de outros macacos.
Sim, os humanos descendem de uma espécie rude.