segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Meu coração e minha lingua...
Meu coração e minha língua fizeram um trato: quando meu coração estiver enfurecido, minha língua guardará silêncio.
As palavras respondem aos sentimentos, e os sentimentos às idéias.
Por isso é impossível dominar nossas palavras se não somos senhores de nossos sentimentos; e estes sentimentos irão se acalmando segundo a força de nossas idéias.
A um coração que não se domina, responderão palavras violentas e ferinas; a um coração fechado em si, sucederão palavras e atitudes que depreciam os demais.
Por conseguinte, me calarei quando meu coração não estiver sossegado e em calma; não falarei, pois seguramente me arrependerei do que disser ou, pelo menos, do modo como o disser, ou do momento que o disser.
Se em geral o coração não costuma ser bom conselheiro, menos o será quando não estiver em paz e não se sentir senhor de si mesmo.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Real felicidade
Fazer alguém feliz é algo bastante
simples, mas o ser humano, como sempre, tem o poder de complicar as coisas.
E se enrola de tal forma que sua maior
dificuldade é manifestar sua gratidão.
Quando vai fazê-lo sempre pensa numa
recompensa material, um presente ou algo no gênero.
Mas nem sempre é o que a outra pessoa
estava precisando ou querendo.
Quantas vezes não andamos quilômetros
de vitrines procurando um presente especial para nossa mãe, sendo que aquilo
que ela mais queria era a nossa companhia. Ou um abraço forte passando toda
nossa energia.
E assim é com os pais, filhos, amigos,
chefes, subalternos…
Como somos materialistas sempre
pensamos em manifestar o nosso carinho de maneira palpável.
E como estamos sempre correndo e
ocupados, não temos tempo sequer para perceber as necessidades e desejos das
pessoas que estão próximas de nós. Para compensar, compramos alguma coisa.
Afinal é sempre mais barato do que
doar-se. É bem mais fácil do que ativar a nossa percepção.
Além de ser bem mais cômodo. O ser
humano tem o poder (que ele próprio desconhece) de se comunicar através do
sentimento, do olhar, do pensamento, do tato. Mas insiste em usar apenas o
bolso. É a cultura materialista.
Como se pode ver, para fazer alguém
feliz basta ter sensibilidade, percepção, sabedoria e amor sincero.
Estas sim, são as maiores riquezas do
ser humano.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Não se espante....
Não se espante com os problemas, nem
se deixe levar pela maré; o que hoje parece ser o fim, pode ser recomeço;
pode indicar um novo caminho, mesmo
entre pilhas de destroços; como os japoneses depois da bomba atômica,
encolhidos entre o sentar e chorar pelos mortos, ou pegar uma pá e reconstruir.
Talvez a sua vida pareça destruída por
uma bomba, talvez você também esteja se sentindo encolhido, pequenininho entre
as dores dos escombros, e o que sobrou de você é muito pouco…
Mas eu lhe garanto que o dia se abre
em POSSIBILIDADES e que depende da sua decisão entre sentar e chorar ou pegar
uma pá e reconstruir, remover os cacos e com os pedaços que se espalharam:
construir.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
A Lição da Tartaruga
Eu percebia que meu comportamento aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, é claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passavam a tratar-me de igual maneira.
Cresci um pouco e um dia percebi que a situação era desconfortante. Preocupei-me, mas não sabia como me modificar.
O aprendizado aconteceu num domingo em que fui, com meus pais e meus irmãos, passar o dia no campo. Corremos e brincamos muito até que, para descansar um pouco, dirigi-me à margem do riacho que corria entre um pequeno bosque e os campos.
Ali encontrei uma coisa que parecia uma pedra capaz de andar. Era uma tartaruga. Examinei-a com cuidado e quando me aproximei mais, o estranho animal encolheu-se e fechou-se dentro de sua casca.
Foi o que bastou. Imediatamente decidi que ela devia sair para fora e, tomando um pedaço de galho, comecei a cutucar os orifícios que haviam na carapaça. Mas os meus esforços resultavam vãos e eu estava ficando, como sempre, impaciente e irritado.
Foi quando meu pai se aproximou de mim. Olhou por um instante o que eu estava fazendo e, em seguida, pondo-se de cócoras junto a mim, disse calmamente: “Meu filho, você está perdendo o seu tempo. Não vai conseguir nada, mesmo que fique um mês cutucando a tartaruga.
Não é assim que se faz. Venha comigo e traga o bichinho.”
Acompanhei-o. Ele se deteve perto da fogueira acesa e me disse: “Coloque a tartaruga aqui, não muito perto do fogo. Escolha um lugar morno e agradável.”
Eu obedeci. Dentro de alguns minutos, sob a ação do leve calor, a tartaruga colocou a cabeça de fora e caminhou tranquilamente em minha direção.
Fiquei muito satisfeito e meu pai tornou a se dirigir a mim, observando:
“Filho, as pessoas podem ser comparadas às tartarugas. Ao lidar com elas, procure nunca empregar a força. O calor de um coração generoso pode, às vezes, levá-las a fazer exatamente o que queremos, sem que se aborreçam conosco e até, pelo contrário, com satisfação e espontaneidade.”
Cresci um pouco e um dia percebi que a situação era desconfortante. Preocupei-me, mas não sabia como me modificar.
O aprendizado aconteceu num domingo em que fui, com meus pais e meus irmãos, passar o dia no campo. Corremos e brincamos muito até que, para descansar um pouco, dirigi-me à margem do riacho que corria entre um pequeno bosque e os campos.
Ali encontrei uma coisa que parecia uma pedra capaz de andar. Era uma tartaruga. Examinei-a com cuidado e quando me aproximei mais, o estranho animal encolheu-se e fechou-se dentro de sua casca.
Foi o que bastou. Imediatamente decidi que ela devia sair para fora e, tomando um pedaço de galho, comecei a cutucar os orifícios que haviam na carapaça. Mas os meus esforços resultavam vãos e eu estava ficando, como sempre, impaciente e irritado.
Foi quando meu pai se aproximou de mim. Olhou por um instante o que eu estava fazendo e, em seguida, pondo-se de cócoras junto a mim, disse calmamente: “Meu filho, você está perdendo o seu tempo. Não vai conseguir nada, mesmo que fique um mês cutucando a tartaruga.
Não é assim que se faz. Venha comigo e traga o bichinho.”
Acompanhei-o. Ele se deteve perto da fogueira acesa e me disse: “Coloque a tartaruga aqui, não muito perto do fogo. Escolha um lugar morno e agradável.”
Eu obedeci. Dentro de alguns minutos, sob a ação do leve calor, a tartaruga colocou a cabeça de fora e caminhou tranquilamente em minha direção.
Fiquei muito satisfeito e meu pai tornou a se dirigir a mim, observando:
“Filho, as pessoas podem ser comparadas às tartarugas. Ao lidar com elas, procure nunca empregar a força. O calor de um coração generoso pode, às vezes, levá-las a fazer exatamente o que queremos, sem que se aborreçam conosco e até, pelo contrário, com satisfação e espontaneidade.”
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Esforço
A turbulência no mar serve para testar
os navios, os mais fortes serão os mais usados e valorizados.
Os ventos fortes testam a resistência
dos carros, quanto menos impacto, mais velozes.
O carbono que passa por maiores
pressões vira diamante, o que escapa das pressões, vira grafite.
Nós…
Queremos a fruta, mas poucos querem
subir no pé e apanhá-la.
Queremos o arroz, mas poucos se
dispõem a plantá-lo.
Queremos o casamento duradouro, mas na
primeira provação, pedimos a separação.
Queremos filhos maravilhosos, mas não
sabemos dizer não.
Queremos um mundo de paz, mas quantos
vivem essa paz em suas casas?
Queremos sempre a verdade, mas vivemos
contando mentiras.
Queremos a saúde perfeita, mas nos
alimentamos mal, andamos pouco, nos agitamos muito.
O que está acontecendo com você?
Quando coloca a cabeça no travesseiro e pensa no seu dia? Você está feliz ou
molhando o travesseiro com lágrimas?
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Energia chamada amor
O tempo todo estamos sendo
bombardeados por energias. Talvez você não acredite na força que elas têm, mas
vamos parar e pensar um pouquinho…
Não conseguimos ver as ondas de rádio,
mas sabemos que existem, pois quando ligamos o aparelho o som está lá.
Não vemos o Raio-X, mas sabemos que
ele existe. Se ficarmos expostos muito tempo numa sala com essa energia,
ficaremos doentes.
Quantos tipos de energia que não
vemos, mas sabemos que nos atinge, para o bem ou para o mal ?
Quantas vezes ligamos a televisão e
vemos notícias catastróficas?
Quantas vezes xingamos nosso vizinho
porque ele não segurou a porta do elevador?
Quantas vezes ficamos irritados com
uma fechada no trânsito?
Tudo isso gera uma energia em nós que
nos deixa mal.
Chegamos no trabalho ou em casa
bufando de raiva.
Isso mesmo: raiva por tantas energias
negativas que nos assolam todos os dias.
Pois bem, existe uma energia chamada
AMOR.
Podemos transformar essas energias
negativas com pensamentos positivos.
A energia mais positiva que temos em
nós é o amor.
Se treinarmos essa energia que todos
nós temos em abundância, teremos dias mais felizes.
Como fazer para praticar esse
sentimento?
Abraçando as pessoas que você mais
gosta, mas tem que ser um abraço verdadeiro, não aquele de lado como quem já
está indo embora.
Dê um sorriso para as pessoas na rua.
Muitas vezes elas nos olham e nem sabemos que elas passaram por nós.
Quantas vezes queremos dizer “Eu amo
você” para nossos filhos, esposas, mãe e não dizemos?
Existem vários tipos de amor: aquele
que sentimos pelos pais, pelo namorado, pelos animais e pelos amigos.
Temos vergonha de dizer e de sentir
esse amor, mas não temos vergonha de xingar alguém no trânsito.
Se praticarmos esse sentimento,
perderemos a vergonha e receberemos energias que alimentarão nossa alma para
enfrentarmos nossos dias agitados.
E poderemos melhorar o sentimento do
mundo.
Quanto mais energia soltarmos, mais
teremos de volta esse amor.
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